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Esta duas publicação narra o trabalho de projecto realizado por crianças em contexto de educação pré-escolar ilustrando a utilização de instrumentos de observação do envolvimento da criança e das interacções adulto-criança

"Podiam Chamar-se Lenços de Amor narra o trabalho de projecto realizado por crianças em contexto de Educação Pré-Escolar ilustrando a utilização de instrumentos de observação do envolvimento da criança e das interacções adulto-criança, disponibilizados no manual do projecto DQP. Com coordenação de Júlia Formosinho, a presente publicação constitui um importante recurso para a acção do educador." (Joana Brocardo, Directora-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular)



Formosinho, Júlia Oliveira; Andrade, Filipa Freire de; Gambôa, Rosário de. Podiam chamar-se lenços de amor. - Lisboa: Ministério da Educação. Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, 2009. - 67 P. - (Aprender em companhia. Edcação pré-escolar). - ISBN 978-972-742-301-9







Sobre o Tangram
O Tangram é um quebra-cabeça chinês que contém 7 peças (2 triângulos grandes, 1 triângulo médio, 2 triângulos pequenos, 1 quadrado e 1 paralelogramo) que são chamadas de "tans". Acredita-se que o jogo surgiu na China durante a dinastia Song (960 - 1279 d.C.) e que chegou na Europa no começo do século XIX. Na China antiga, o Tangram era um dos mais famosos "testes" utilizados para estudar a inteligência humana.

O Tangram desenvolve o raciocínio lógico e geométrico, principalmente no que se refere às relações espaciais.Com as peças do Tangram pode-se, de entre outras hipóteses, explorar:
- a identificação, comparação, descrição, classificação e representação de figuras geométricas planas;
- as transformações geométricas, através de composição e decomposição de figuras planas;
- a equivalência de áreas;

Exercita a resolução de problemas. Para montar cada figura é necessário pensar onde é que as peças terão de ser colocadas. 
Estimula a criatividade. As peças do jogo permitem que várias figuras sejam montadas, sendo que algumas dessas figuras podem ser montadas de maneiras distintas;pois com as sete peças do quebra-cabeças é possível montar cerca de 1700 figuras (animais, plantas, pessoas, objetos, letras, números, etc...) tornando-o um material pedagógico bastante atractivo e lúdico. 

Descrição das atividades
Utilizando as peças do Tangram numa primeira fase deixa as crianças explorar livremente. Posteriormente utiliza os seguintes cartões como modelo e solicita à criança para os reproduzir utilizando as peças. Caso a criança seja muito pequena e tenha dificuldade  pode solicitar para que coloque as peças por cima do local correto nos cartões, para tal é necessário que estes tenham um tamanho semelhante às peças do Tangram. 

















A Escala Cuisenaire foi criada pelo professor Georges Cuisenaire nos anos 50. É o recurso educativo mais utilizado por professores e famílias que apostam pelo uso de material manipulativo para trabalhar conceitos matemáticos com crianças e adolescentes. 

O que é a escala Cuisenaire?
O objetivo central da Escala Cuisenaire era trabalhar as quantidades e mostrar como calcular com ajuda de barrinhas de várias cores e tamanhos que vão do 1 ao 10. A barrinha que representa o 1 mede 1 cm x 1 cm, a que representa o 2 mede 2 cm x 2 cm… e assim até o 10.

Através desse material sensorial feito de madeira ou de plástico, as crianças aprendem múltiplos conceitos, tais como a decompor os números e a realizar cálculos de uma maneira muito simples. Por se tratar de um material manipulativo.

Para que serve a escala Cuisenaire?
As barras Cuisenaire podem ser utilizadas para ensinar uma variedade de conceitos matemáticos e ajudam a desenvolver várias capacidades do pensamento lógico-matemático. As barrinhas podem ser utilizadas para aprender:

  • a quantidade
  • a equivalência
  • as quatro operações matemáticas básicas
  • as frações
  • área
  • a raiz quadrada
  • o teorema de Pitágoras
  • a potência
  • a resolução de equações simples
  • os sistemas de equações


A partir de que idade podemos utilizar o Cuisenaire e até quando?
Esse recurso de manipulação matemática pode ser trabalhado com crianças a partir dos 3 anos, sobretudo para evitar que levem as peças menores à boca. Mas, se feito sob supervisão de um adulto, não há problemas para começar antes. Ainda assim, é a partir dos 5 a 6 anos e até os 12 quando mais proveito a criança pode tirar do material. Contudo, o fato de já estar familiarizado com as barrinhas Cuisenaire e suas representações podem ajuda-lo a entender mais facilmente os conceitos ensinados. Também pode ser utilizado por adultos para que compreendam melhor os números e facilite a transição para o cálculo mental.

Descrição das Atividades 
Utilizando as barinhas de Cuisenaire numa primeira fase deixa as crianças explorar livremente. Posteriormente utiliza os seguintes cartões como modelo e solicita à criança para os reproduzir.






















O que são os blocos lógicos?
Os blocos lógicos, cuja criação é atribuída ao matemático húngaro Zoltan Paul Dienes, são peças de madeiras ou plástico com 4 características distintas.

Cores dos blocos lógicos (3): Azul, Amarelo e Vermelho
Forma (4): Quadrado, Retângulo, Círculo e Triângulo
Tamanho (2): Grande e pequeno
Espessura (2): Grosso e fino

A partir dessas características, o jogo apresenta um total de 48 peças que se diferenciam entre si em um ou mais atributos. Por exemplo, uma peça pode ser um quadrado amarelo, fino e pequeno ou pode ser um quadrado amarelo, grosso e pequeno.

Para que servem os blocos lógicos?
Os blocos lógicos são muito usados no ensino da matemática, mas perfeitamente pode ser utilizado nas áreas de linguagem e de artes, por exemplo. Tem como objetivo principal o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático da criança. As suas possibilidades de uso são ilimitadas. Por ser um material manipulativo e sensorial, o seu uso é muito recomendado, já que permite à criança aprender os conceitos básicos de cor, forma, tamanho e espessura a partir de uma vivência mais concreta.

O que os blocos lógicos desenvolvem?
Como já afirmado, os blocos lógicos tem o objetivo de desenvolver o raciocínio lógico-matemático da criança. E como?

A criança desenvolve a lógica para classificar objetos em função de suas características principais.
Ela aprende a agrupar, fazer conjuntos e estabelecer semelhanças e diferenças dos distintos blocos.
Aprende a fazer séries baseadas em determinadas características das peças.
Aprende o conceito de número.

Descrição das Atividades 

Utilizando as peças dos blocos lógicos numa primeira fase deixa as crianças explorar livremente. Posteriormente utiliza os seguintes cartões como modelo e solicita à criança para os reproduzir utilizando as peças. Caso a criança seja muito pequena e tenha dificuldade  pode solicitar para que coloque as peças por cima do local correto nos cartões, para tal é necessário que estes tenham um tamanho semelhante às peças dos blocos lógicos. 
















De acordo com especialistas, brincar com Lego desperta a geração de ideias. as crianças podem usar a sua imaginação para criar formas e construções que nos seus mundos próprios fazem sentido.

Mas, que competências desenvolve a criança quando brinca com legos? São eles assim tão importantes?

As cinco razões porque devem as crianças brincar com legos são:

  1. 1. Motricidade – A fina, principalmente, quando encaixa e movimenta as diferentes peças.
  2. 2. Matemática – Com os legos a criança trabalha conceitos tão importantes como a classificação (agrupa por cores, tamanhos, etc.) ou a seriação (coloca por ordem). Desenvolve também a noção de espaço, percebe as cores, a diferenciação de tamanho e a quantidade. Esta atividade espontânea da criança permite-lhe perceber o mundo de forma lúdica e divertida.
  3. 3. Resolução de problemas – Os problemas são algo que acontece vezes sem conta, durante toda a vida, com as crianças não é diferente. Mas o que para nós, adulto, é fácil de decifrar, para uma criança, muitas vezes, imensas vezes, não o é. Uma torre que cai, uma peça que não encaixa, uma peça que falta, muitas são as situações com que se depara enquanto constrói e muitas são as vezes em que, de forma autónoma, vai ter que resolver esse problema.
  4. 4. Auto-estima e autonomia – Quando uma criança resolve os problemas de forma autónoma, vê crescer a sua auto-estima, ao mesmo tempo que desenvolve a autonomia.
  5. 5. Criatividade e imaginação – Para mim uma das mais importantes competências a desenvolver na criança e os legos são ótimos para isso. Quando entregamos a uma criança uma data de peças, a sua reação é criar, é algo natural. Criam torres, cidades, veículos e criam, ao mesmo tempo, histórias e personagens, vivem aventuras e personificam a vida real. 
Descrição da atividade

Numa primeira etapa deixar que a criança explore as peças livremente e faça as suas próprias construções. 
Posteriormente utiliza os seguintes cartões como modelo e solicita à criança para o/s reproduzir.


























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